Ferramenta gratuita
Vale a pena consertar — ou é hora de trocar?
Preencha quatro números e receba uma recomendação objetiva, com o porquê. A regra é a mesma que gestores de parque tecnológico usam: quanto do valor de um equipamento novo você já gastou (ou gasta por ano) mantendo o antigo vivo.
Como a recomendação é calculada
A calculadora aplica três regras práticas consagradas na gestão de ativos de saúde — são referências de decisão, não laudo técnico:
- Custo anual ÷ valor de reposição: acima de ~10% acende alerta; acima de ~15% com equipamento no fim da vida útil, a troca tende a compensar.
- Custo acumulado ÷ valor de reposição: quando o total já gasto passa de ~60% do preço de um novo, cada conserto adicional é dinheiro jogado num ativo que será trocado de qualquer forma.
- Idade ÷ vida útil de referência: além da vida útil típica, a confiabilidade cai e o custo sobe — o risco clínico entra na conta.
No Vitalis, essa análise roda sozinha para o parque inteiro, com os custos reais das suas ordens de serviço — equipamento por equipamento, atualizada a cada manutenção.