Solução · Conformidade

PGTS sem sofrimento: o documento nasce dos dados que você já tem.

O Plano de Gerenciamento de Tecnologias em Saúde é exigido pela RDC 509/2021 da ANVISA para todo serviço de saúde com equipamentos médicos — de hospital a clínica de imagem. Montar o documento na mão leva semanas; com a operação registrada no Vitalis, ele sai da própria base.

O que a RDC 509 exige no PGTS

  • Inventário das tecnologias com identificação e classificação de risco
  • Critérios de aquisição, recebimento e instalação
  • Plano de manutenções preventivas, corretivas e calibrações
  • Registro de treinamentos dos usuários
  • Tecnovigilância: notificação e tratamento de eventos adversos
  • Critérios de desativação e descarte

Como o Vitalis monta o documento

Cada seção do PGTS corresponde a algo que o sistema já registra no dia a dia: o inventário vem do cadastro, o plano de manutenção vem do cronograma real, os treinamentos e eventos adversos vêm dos módulos próprios. O documento reflete a operação — que é exatamente o que o fiscal confere.

A geração automatizada do PGTS faz parte do plano Enterprise; durante o teste grátis de 3 meses, você avalia com tudo liberado.

Quem precisa ter PGTS

Hospitais, clínicas, laboratórios, centros de diagnóstico por imagem e unidades básicas de saúde — qualquer estabelecimento com equipamento médico-hospitalar em uso. A ausência do plano é apontamento direto em inspeção sanitária.

Perguntas comuns

Clínica pequena, sem engenheiro clínico, consegue manter um PGTS?
Sim — esse é o público que o Vitalis atende de propósito. O sistema guia o que precisa ser registrado e o documento sai da operação, sem depender de consultoria permanente.
O PGTS gerado atende a inspeção da Vigilância?
O documento cobre as seções exigidas pela RDC 509 com os dados reais da sua operação. A responsabilidade regulatória permanece do estabelecimento, mas a documentação deixa de ser o gargalo.
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